30 maio 2016

Meu filho rói unha! E agora?

Fui uma criança muito tímida! Muito mesmo! Roía as unhas tentando me proteger, me sentir mais confiante, tentar não "aparecer" demais!

Parei somente com 15 anos, por vaidade mesmo! Mesmo na época não sendo mais tão tímida!

De repente, vejo minha filha roendo as unhas. Na hora fiquei sem saber o que fazer, já que aconteceu comigo e tudo que falavam não adiantava nada.

Capa do Livro: Menina Nina


A Míriam não é nada tímida, mas é ansiosa e comecei a perceber que sempre que ficava ansiosa por algum motivo pequeno que fosse, começava a roer as unhas.

Comecei, então a sempre que ela começava a roer, conversar tentando acalmá-la ou distraí-la. Também incentivei a parar, dizendo que arrumaria a unha dela, cortando e lixando. Isso a animou bastante!

Ela também fez um tratamento nos dentes e a dentista dela (que ela amou) disse que roer unhas estragas os dentes. Isso a animou ainda mais a parar.

Hoje ela praticamente não rói. E fiquei muito feliz!

Se você também está passando por isso também, quero deixar algumas dicas:

* Procure perceber se há algum motivo para a criança roer, seja: ansiedade, timidez...
* Converse, explique e não puna.
* Ficar mandando tirar a mão da boca, usar algo ruim nas unhas não ajuda. Causa mais ansiedade na criança!
* Deixe as unhas da criança arrumada: cortadas, lixadas e retire aquelas pelinha que ficam em excesso em volta das cutículas (muitas vezes tentam retirar com o dente e acabam se machucando)

Alguém tem mais alguma dica? Conta para a gente!

Se ficou alguma dúvida, comenta aqui embaixo que terei o maior prazer em responder. Se não souber, prometo pesquisar e assim, a gente aprende junto.

25 maio 2016

Antes e Depois de Ser Mãe: História da Milena

Hoje a Milena vai nos contar sua experiência como mãe. Como disse para vocês em outro post por aqui, o intuito dessa série é conhecer histórias de outras mães e assim com essa troca de experiência aprendemos mais até mesmo conosco mesmo.

Então, vamos a história da Milena...

Eu me chamo Milena e sou mãe da Helena, que vai fazer 9 meses no dia 05 de junho. Ser mãe não estava nos meus objetivos, mas conheci um homem muito bom para mim, que eu o chamo de marido e aos poucos a ideia de formar uma família foi crescendo, então, 9 meses depois, chegou a minha princesa Helena.

Toda a minha gravidez foi bem tranquila e o meu parto melhor do que poderia imaginar. A equipe médica que me atendeu no plantão do Hospital Guilherme Álvaro, só poderia ter sido enviada por Deus. Foi tudo maravilhoso!

Chegar em casa que foi terrível! Teve aqueles cinco dias em que meu esposo ficaria em casa e mais o final de semana (licença paternidade), mas depois disso todos voltariam as suas rotinas normais e eu iria ficar em casa com um bebê sozinha!

No início isso me apavorou muito! Tive início de depressão pós-parto e achei que seria o meu fim. Foi bem difícil!

Passado todo esse drama, não consigo imaginar o por quê de não ter tido um filho antes. Ela me quebrou e me moldou por completo.

Aprendi a ser melhor por causa dela! Aprendi a conviver, a relevar e a ter paciência porque ela me faz ser o melhor que posso. E ainda assim, estou sempre tentando ser melhor por ela!



Quando pensei que tudo estava sendo flores um dos piores dias chegou em minha vida. Aos três meses de vida, minha sogra deu um remédio errado para ela e fomos parar na UTI neonatal. Aquilo foi o fim para mim. Me senti tão fraca, tão pequena, tão indefesa em não poder ajudar a minha menina... foi como se a minha vida estivesse sendo tirada aos poucos.

Mas Deus é bom e hoje minha menina está linda e forte em meus braços. Brincando e sendo criança como deve ser.

Por incrível que pareça os dias ruins nunca acabam! Passamos por uma dificuldade que me quebrou por inteira! Nós, como mães, podemos não comer, deixar o almoço para dar aos nossos filhos... mas não podemos deixar os nossos filhos sentirem desde pequenos o peso do mundo.

Se fosse preciso me partiria em pedacinhos para dar a ela o que comer. Espero que uma mãe nunca passe por isso: pela necessidade! Me senti muito pequena e incapaz! Mas Deus como sempre é muito bom! E só tenho a agradecer todas as coisas que ele faz por mim todos os dias!

Hoje eu sou completa! Sou mãelher! Sou sol, sou brisa, sou tempestade e furacão! Tudo pela minha filha!

Meu nome é Milena França
Sou mãe da Helena França
Meu parto foi normal (e doeu muito...rsrs)
O que mudou depois que me tornei mãe - Toda minha rotina mudou! Foi um baque e tanto! Tão grande que tive até começo de depressão pós parto.
O que permaneceu igual depois que me tornei mãe - Meu jeito moleca, continuo gostando de coisas de meninas, filmes e maquiagem.
Meu maior medo como mãe - Não poder dar o que minha filha precisar. Não ser capaz de mudar os resultados que a vida me der.
Minha maior alegria como mãe - É realmente minha filha! Sem dúvidas!
O que faço para driblar a correria do dia-a-dia para não esquecer que antes de mãe sou mulher - Criei toda uma nova rotina junto a minha filha. Temos horário para tudo! De manhã arrumo a casa, faço almoço e dou banho na Helena. A tarde, depois do almoço, coloco ela para dormir. É nesse intervalo que eu tenho tempo para mim. E quando meu marido está em casa, me ajuda bastante com a rotina!


Obrigada por compartilhar sua história, Milena. E se você quiser também contribuir com essa série vai ser uma alegria! Me manda um email contando sua história: luciana.piresalvim@gmail.com


23 maio 2016

Você já abraçou seu filho hoje?

Ontem foi dia do abraço e me lembrei que um dia vi uma mensagem que falava-se que para sermos felizes temos que receber 5 abraços por dia. Na época, comentei que se receber um da minha filha por dia, já me sinto a pessoa mais feliz do mundo!

Com isso, pensei o quanto um abraço pode ser importante também para uma criança. Lembrando da Terapia do Abraço. Já ouviram falar?

Como o próprio nome diz, é utilizar afeto quando a outra pessoa está enfrentando um momento de frustração. O abraço, com ternura, faz com que o corpo libere dopamina, endorfinas e oxitocina, químicos que impulsionam o bem-estar.

Pode reparar, quando enfrentamos um momento de crise por parte das crianças, que alguns chamam de birra, se brigamos, gritamos... a criança reage de forma pior.

Mas se experimentarmos abraçar a criança, dizer que entendemos sua frustração, poderemos ter um reação bem diferente.

Minhas duas princesas!
"O melhor lugar do mundo é dentro de um abraço!"


Não tive problemas sérios de birra com minha filha, mas ela é uma criança que precisa dormir 12 horas por noite. Quando não dorme o suficiente, fica sensível; chora por qualquer coisa e por vezes responde mal quem estiver por perto.

Ao acontecer isso, eu a abraço, falo que entendo que ela está com sono, cansada, mas as pessoas não tem culpa. Ela assim, consegue se acalmar por sentir-se acalentada.

Uma outra situação que ocorreu comigo foi em sala de aula. Um aluno, sempre que contrariado pelo motivo mínimo que fosse, ficava irado. Parecia um bicho! Gritava! Tentava machucar quem estivesse por perto. Jogava o material no chão. Era horrível!

Infelizmente, soube a triste situação em que vivia. Sem afeto, sem qualquer tipo de carinho. Criado como reagia: um bicho! Foi aí que pensei que talvez se demonstrasse afeto, ele poderia reagir de forma diferente. E foi incrível! Ao ter esse momento de acesso de raiva o abracei. Ele na mesma hora se acalmou, chorando baixinho e não sabia o que fazia. A impressão era que nunca havia recebido um abraço. Com isso, consegui acalmá-lo, pegar em suas mãos e reverter aquele quadro.

Depois disso, tive a certeza! Um abraço resolve muita coisa! E aí te pergunto: Você já abraçou seu filho hoje?

Se ficou alguma dúvida, comenta aqui embaixo que terei o maior prazer em responder. Se não souber, prometo pesquisar e assim, a gente aprende junto.

20 maio 2016

Organizando a rotina da família: Como tem sido a vida como mãe de duas meninas

No final do ano passado comentei aqui como estava tentando organizar a rotina da casa, mas também o quanto estava sendo difícil.

Realmente de lá para cá, tive ainda dificuldades. A minha intenção era continuar a rotina que a Míriam já tinha, inserindo a Cecília e coisas minhas que queria completar no dia.

Comecei a conseguir criar essa rotina da melhor forma, depois que a Cecília iniciou a alimentação. Os horários regularam mais e não preciso parar a todo instante para amamentar.

Percebi que não adiantava querer já tudo estabelecido com a Cecília tão pequena. Conforme a bebê vai crescendo, seus horários vão estabilizando automaticamente. Seja na alimentação, como falei, ou com as sonecas durante o dia.

Imagem: Pinterest
Escrever o que queremos fazer no dia, nos ajuda a cumprir tudo o que deseja fazer no dia e também a perceber o quanto o dia foi produtivo



Ainda não consegui  malhar (em casa mesmo como queria) e voltar a gravar vídeos. A Cecília dorme uma soneca antes do almoço (que aproveito para organizar a casa) e depois do almoço (apenas 1 hora). Tinha planejado gravar vídeos nesse tempo, mas aproveito para descansar um pouco e depois quando ela acorda sempre acontece algo que acaba atrapalhando.

Pensei em gravar depois que as meninas dormem, já que a Cecília dorme às 20h e a Míriam às 21h, mas nesse horário não tenho ânimo. Quero banho, relaxar ou me cuidar (fazer hidratação, cuidas das unhas...) 

Espero que na próxima vez que falarmos em rotina, eu venha dizer que agora estou conseguindo malhar e também gravar vídeos. 

Acho que também não consegui avançar na malhação e vídeos porque a minha prioridade tem sido a rotina das meninas. É muito importante as crianças terem rotina. A rotina traz tranquilidade para a criança crescer saudavelmente. Sente-se mais segura por saberem o que acontecerá no dia e também nos ajuda a perceber quando tem algo errado com a criança.

Por outro lado, desde março tenho postado regulamente aqui. O que me deixa feliz; é um avanço!

E vocês? Como organizam a rotina da casa?

Se ficou alguma dúvida, comenta aqui embaixo que terei o maior prazer em responder. Se não souber, prometo pesquisar e assim, a gente aprende junto.

18 maio 2016

Óculos Infantil: Como escolher e como ajudar na auto estima da criança

No post anterior expliquei um pouco como descobrimos que minha filha precisaria usar óculos. Apesar de que imaginava que ela poderia precisar, fiquei preocupada como ela ia lidar com isso.

Antigamente óculos era sinônimo de pessoa feia e alvo de zombaria por parte dos colegas. Hoje, óculos é um acessório comum e até fashion.

A primeira coisa que procurei fazer foi explicar para ela o por quê ela tinha que usar e que nós íamos procurar um óculos que a deixasse ainda mais bonita.

Na hora de escolher procuramos uma armação que fosse confortável e que ela gostasse. Preferimos as de acetato (que parece um plástico) porque as de metal são mais frágeis e podem machucar no nariz por causa das plaquetas. Querer que ela gostasse do óculos é um fator muito importante. Não adianta empurrarmos algum que a criança não goste. Com certeza, depois, não irá usar.

Uma estratégia que uso para induzir a escolha, é separar dois que gostei mais e deixar que ela escolha. Assim, na cabeça dela, ela escolheu sozinha.

A conversa e o incentivo a auto estima que demos a ela teve efeito. Ela amou usar óculos e falava que seria a aluna mais fashion da escola, já que nenhuma colega usava.

Nos desenhos, ela passou a desenhá-la de óculos. Passou a fazer parte de sua identidade.



Acredito que nossas atitudes fazem total diferença para que a criança se sinta bem com óculos. Não adianta dizer que está linda de óculos e depois dizer que quando crescer poderá usar lente de contato. É contraditório! 

Aliás, me irrita quando perguntam se ela usará lente de contato quando for adulta ou se fará cirurgia. Ainda mais quando fazem essa pergunta na presença dela.

Mesmo aparecendo o reflexo, sempre tiramos fotos dela com os óculos e também pedimos que na escola façam dessa forma. Porque pensamos que se pedirmos para tirar os óculos, ela entenderá que não fica bem com eles e tudo que incentivamos e ensinamos cai por terra.

Esses pequenos cuidados, fazem com que ela se sinta feliz como é. O maior desejo dela é que a bebê também precise. Diz que será "as irmãs lindas de óculos".

Espero que essas pequenas dicas ajudem vocês.

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16 maio 2016

Minha filha usa óculos!!!

A Míriam, minha filha mais velha, tem 6 anos (fará 7 anos no mês que vem) e aos 4 anos e meio começou a usar óculos.

Desde então, muitos pais me perguntam como descobri, como desconfiei, como foi o diagnóstico... e resolvi falar com vocês sobre isso hoje.

É engraçado, há muito tempo trabalhei em uma ótica e estudei muito sobre isso. Sempre quando lemos sobre o assunto, vemos acerca do que pode caracterizar uma pessoa precisar usar óculos.

Pode ser dor de cabeça (principalmente ao sair da escola), olhos irritados ao fazer tarefas escolares, franzir a testa para enxergar algo, se aproximar da televisão ou computador... e por aí vai.

A Míriam não tinha nenhuma dessas características. Nenhuma! Mas desde os dois anos a levava no oftalmologista para ver se ela precisava de óculos porque há casos na família do meu marido.

Vale dizer que conseguir um oftalmo que atenda uma criança de dois anos é um achado! Muito difícil mesmo! Levei, então a Míriam dos dois até os 4 anos (quando realmente vimos que ela precisava de óculos) em um renomado médico da minha cidade.

Porém, além de achá-lo sem paciência com criança, ele tentava fazer exame de forma convencional nela. daqueles que coloca a lente nos óculos e pergunta para a criança que desenhos tem a sombra (que aparece somente a silhueta) ou aqueles que tem a letra "E" em várias posições e a criança tem que dizer em qual posição está.

Ela não conseguia fazer dessa forma. Respondia tudo errado. Dava para ver que respondia o que vinha a cabeça. Afinal, como uma criança de 2 anos conseguiria responder essas perguntas? Sem contar que nem eu, conseguia entender as silhuetas...

Por sugestão do meu pais preferi procurar uma oftalmologista mulher. a gente achou que se conseguisse alguma que atendesse crianças pequenas, teria mais paciência que um homem. Parece preconceito, mas infelizmente é a realidade. Normalmente as mulheres tem muito mais paciência e deixam as crianças mais seguras.

Aleatoriamente marquei com uma que atendia pelo meu plano e foi (sem querer) a melhor coisa que fiz.

Míriam com seu primeiro óculos


A médica conversa com a criança, tem muita paciência e faz o diagnóstico através de vários tipos de exames (aparelhos usados durante a consulta mesmo) e para garantir o diagnóstico certo, pediu que voltássemos para refazer os exames sem dilatação da pupila.

Para nosso espanto, além de miopia (o esperado), a Míriam tinha astigmatismo alto. A médica receitou o óculos, mas não com a dioptria (grau) completo. Assim, acostumaria aos poucos.

A cada seis meses voltamos para novos exames. Infelizmente miopia tende a ir aumentando, tendo um pico maior na adolescência.

Depois de começar a usar óculos, ela percebeu o quanto enxergava mal. Percebeu como realmente era o rosto dos animais, que existia algo a longa distância... Para ela a vida era daquele jeito!

E isso é um ponto importante! Mesmo que seu filho não apresente algum sintoma, leve a um especialista, que não só tenha paciência com crianças, mas que não faça o exame de forma convencional. A médica da Míriam diz que o uso daquela lente (pedindo que diga quais letras estão aparecendo), dão um diagnóstico mais preciso, mas normalmente as crianças não conseguem dizer qual a lente fica realmente melhor.

O post ficou grande, mas queria compartilhar essa experiência com vocês. Na quarta-feira dou dicas de quais tipos de óculos é melhor para crianças e como conversamos, educamos, ensinamos a ter cuidado e como ela lida com o uso do óculos. 


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13 maio 2016

5 Itens baratinhos de beleza que toda mãe/mulher tem que ter

Faz tempo que não falo de beleza por aqui. É um assunto que amo pesquisar, falar e trocar ideias.

A gente vive num corre-corre, mas não podemos nos descuidar. Afinal, como disse nesse post, quanto mais tempo conseguimos ter para nós mesmos, mais ficamos felizes e isso reflete na vida de todos que nos cerca.

Hoje, quero mostrar 5 itens que nos ajudam a manter a beleza de forma rápida e barata.

1- Base Matte da Vult

Imagem: Pinterest

Tenho usado essa base no dia-a-dia. Ela é ótima! Além de praticamente não transferir, dura o dia todo deixando a pele bem sequinha (o que amo já que minha pele é bem oleosa). Custa menos de R$30,00 (depende da cidade)


2- Máscara para os cabelos 

Na falta de tempo, para cuidar dos cabelos, nada melhor que máscaras de hidratação dessas que precisam ficar no cabelo apenas por 3 minutos. Hidrata o cabelo, deixa com brilho em poucos minutos. Essa da foto, é da Pantene e falei sobre ela aqui no blog. Custa mais ou menos R$14,00.


3- Redutor de Cutículas Avon
Imagem: Pinterest


Esse produto é meu queridinho! Não fico sem! Além de hidratar a cutícula, afina e ajuda a não ter que tira-la toda semana. Falei dele aqui no blog. Custa menos de R$10,00


4-  Máscara Maybelline Colossal

Quando não tenho muito tempo, pelo menos uma base e máscara nos cílios não deixo de usar para sair de casa. Meus cílios são claros e quando não estou maquiada pareço estar doente. Esse da Maybelline deixa com efeito cílios postiços. Fica lindo! Falei dele aqui no blog. Custa menos de R$20,00.

5- Óleo Elseve para cabelos

Tenho usado esse óleo no meu cabelo, mas principalmente no da minha filha. O cabelo dela nesse inverno aparenta mais ressecamento e esse óleo faz milagres. Uso para finalizar pós lavagem ou até mesmo naqueles dias que não deu para lavar. Deixa o cabelo cheiroso, com um brilho maravilhoso e super macio. Custa R$18,00.


O que acharam da dica de hoje? Não esqueça de comentar!

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11 maio 2016

5 lugares no Brasil para viajar com os filhos

Amo viajar! Amo! É difícil alguém não amar, né? Com a bebê pequena tenho ficado em casa e o que mais queria era poder viajar. Conhecer novos lugares, distrair, sair um pouco da rotina.

Tenho pesquisado lugares para viajar com as meninas. Não que esteja planejando algo, sonhando mesmo. Mas tudo começa com um sonho, não é verdade?

No Brasil, tem 5 lugares que são ótimos para ir com as crianças. Veja se não dá vontade de ir agora mesmo?!


* Beach Park - Fortaleza/CE 


É considerado o melhor parque da América Latina. Suas atrações são divididas entre radicais, moderadas e família, que são ótimas para ir com as crianças. 


* Beto Carrero World - Penha/SC


Acho que toda criança e adulto também tem vontade de conhecer esse parque. 

Meus pais e meus irmãos já estiveram e fiquei com vontade de ir. Agora ainda mais com as meninas.


* Paradise Golf Lake Resort - Mogi das Cruzes/SP


Esse é um Resort perto do aeroporto de Guarulhos. Ele tem piscinas, spa, cinema... muitas atrações legais.

Mas queria ir mesmo nesse resort por causa da suíte Lilica ripilica. É um suite infantil integrada ao dos pais. Com certeza as meninas amariam!


* Rio Quente Resorts - Rio Quente/GO


O parque além de várias atrações, tem um espaço exclusivo para as crianças. Tem piscinas, escorregadores, rio lento, balanço, mini-toboáguas... e também tem monitores que fazem caça ao tesouro, gincanas e escolinha de artes com as crianças.


* Gramado/RS


Sonho em passar o Natal em Gramado. Conhecer o Natal Luz de Gramado. São desfiles e muitas atrações mágicas gratuitas nas ruas.

Parece ser bem mágicos!


E vocês? Onde querem conhecer ou retornar aqui no Brasil de férias com seus filhos?







09 maio 2016

Temos que colocar limites nos filhos!... mas o que é isso?

Hoje em dia se uma criança está fazendo birra, respondendo os pais ou correndo de um lado para o outro, logo escutamos que ela não tem limite. 

Mas o que é exatamente isso? O que é dar limites a uma criança? Qual a importância? Como fazer isso?

Primeiro, entendendo a palavra limite, significa "fazer fronteiras", "determinar limites". Transpondo ao nossos filhos, é limitar a criança. Mostrar até onde a criança pode ir.

Muitos confundem colocar limites autoritarismo, ser rude. Não! Colocar limites, é colocar amor à educação. 

Colocar limites não quer dizer ter filhos super educados, é fazê-los capazes de enfrentar as situações da vida, conseguir fazer boas escolhas, saber passar por frustrações... é torná-las crianças e em consequência adultos felizes!

Imagem Pinterest


Mas como fazer? Vamos a algumas dicas:

* Obediência x Disciplina - Quando encontramos resistência à obediência por parte das crianças devemos disciplinar. Disciplinar com amor! Parece contraditório, mas disciplinar com raiva, bravo com a criança não tem efeito algum. É necessário que a criança perceba que está sendo disciplinada como uma consequência do seu erro, não porque seus pais ficaram bravos.

* Entendendo o por quê - Se a criança entender o por quê de cada regra, será mais fácil obedecê-la e assim, perceber que é para seu bem e não por autoritarismo.

* Não desaprove a criança - Quando fizer algo errado, mostre que você desaprova a atitude dele e não a criança. Muitas crianças acreditam que os pais estão gostando menos dela quando chamados a atenção. É importante que entendam que a desaprovação não é pessoal.

* Dê escolhas - Ao dar alguma ordem, dê escolhas ao seu filho. Se for colocá-lo na cadeirinha do carro e ele não quer colocar o cinto, diga: "Você prefere colocar sozinho ou que eu coloque?" Na verdade as duas opções levam a mesa coisa: seu filho na cadeirinha, mas o deu opção de como fazer.

* Respeito e carinho - O mais importante é demonstrar respeito à criança e carinho mesmo quando fez algo errado. Quando a criança fizer algo errado, converse, procure entende-la. Lembre-se que a criança tem uma percepção de mundo diferente da nossa (assunto que abordaremos em outro post).

E aí? Gostou do assunto? Comenta e diga o que achou!

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06 maio 2016

10 fotos para tirar com seu filho

"Como o tempo passa rápido!" Quem é mãe não cansa de dizer isso! Para o tempo passar e não esquecermos de cada momento, por que não registrar cada momento importante para depois fazer um lindo álbum?

Minha filha está prestes a fazer 7 anos e revendo suas fotos, quero mostrar   fotos que você precisa tirar com seus filhos, guardar e depois organizar um lindo álbum.

1- Primeira foto 

Míriam - 30/06/09

2- Bebê dormindo no colo  

3- Primeiro passeio


4- Primeira vez no berço


5- Querendo tirar uma soneca



6- Empacotada para o frio



7- Sorrindo



8- Com a primeira boneca



9- Com chupeta



10- Chupando o dedo


Essas foram as primeiras 10 ideias para vocês... depois trago mais...

O que acharam? Tem essas fotos?


04 maio 2016

Atividades para ajudar seu filho na fase da alfabetização

Todo pai pode e deve ajudar a criar um ambiente alfabetizador para seu filho.

Não quer dizer que você vai interferir na maneira que a escola está ensinando, mas incentivar nesse período tão importante para as crianças.

Primeiro tenha em mente que não é adequado pressionar ou forçar seu filho à alguma atividade. O que você propor deve ser algo prazeroso, descontraído. Algo que ele participe sem perceber que está estudando.

Segundo, lembre-se que cada criança tem seu tempo. Se alguns colegas já sabem ler e escrever e seu filho ainda não. Aguarde! Ele terá o seu tempo. 

Se achar que está demorando, converse com a professora e coordenadora da escola sobre como pode ajudar, mas não o pressione em casa.

Trago, hoje, 5 dicas de como estimular seu filho de forma divertida.

1- Preparar receitas com a criança - Mostrar as medidas, os ingredientes... ajuda tanto na construção do conhecimento matemático, como leitura e escrita. 

A Míriam diz que vai ser chef de cozinha. Com isso, aproveito para fazermos receitas simples juntas. Dei um caderno para ela e assim, ela escreve as receitas. Ela diz que é para saber as receitas quando tiver o seu próprio restaurante.



2- Ler histórias - Ler sempre é o melhor estímulo. A criança sente desafiada a aprender e ler os próprios livros sozinhas.

3- Ser modelo de leitor - Como incentivar o filho a ler se não lemos? Ter livros, revistas e jornais em casa, estimulam a criança a ser um bom um leitor também. Lembre-se: as crianças aprendem mais com os exemplos que damos do que aquilo que falamos.

4- Fazer listas de compras - Vai no supermercado? Faça uma lista com seu filho. Porém, sem correções, pressões. Elogie os avanços! Se a criança perguntar se está certo, elogie primeiro, depois mostre como é a escrita correta.

5- Aproveite placas da rua - A rua é cheia de material para leitura. Incentive a criança a "ler" as placas de trânsito, propagandas. Faça em forma de brincadeira, adivinhações...

E você? Faz alguma outra coisa diferente? Conta nos comentários!

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02 maio 2016

O que toda mãe quer de dia das mães

Essa semana será dia das mães! Todo ano meu marido pergunta o que quero ganhar (por enquanto a função é dele).

Que pergunta difícil! Escolher um presente! Afinal, toda mulher sempre quer/precisa de alguma coisa. O complicado é pensar qual seria a prioridade.



Mas... se pararmos para pensar tem itens que desejaria, daqueles que nos faria acreditar que dia das mães são todos os dias,  e sei que toda mãe gostaria também. Lê minha lista e me fala se não é verdade!

1- Um dia de diversão com os filhos sem se preocupar com a casa ou qualquer outro assunto de "adulto";

2- Massagem uma vez por mês (pelo menos);

3-  Alguém para ajudar nos afazeres de casa;

4- Chocolates que não engordem;

5- Um dia para fazer o que quiser sozinha;

6- Viagem dos sonhos com os filhos;

7- Dia de beleza uma vez na semana (unhas, sobrancelha, depilação, cabelos...);

8- Roupas e sapatos novos;

9- Tempo não só para ler livros, mas conseguir concentrar no que está lendo;

10- Dar carinho, abraços, beijos e os filhos sempre por perto.

Qual item você escolhe? Qual outro acrescentaria?

Se ficou alguma dúvida, comenta aqui embaixo que terei o maior prazer em responder. Se não souber, prometo pesquisar e assim, a gente aprende junto.