29 abril 2016

Beijar o filho na boca. Pode?

Sei que o assunto é polêmico, mas se faz necessário. É muito comum pais, avós e até tios beijarem na boca das crianças.

Vêem como um ato de amor e carinho... mas já parou para pensar o quanto esse pequeno ato pode confundir a cabeça das crianças?

Pensa comigo! Se nós temos o costume de fazer com nosso cônjuge e fazemos também com nosso filho, como as crianças podem entender a diferença desses relacionamentos?

Na faculdade discutimos muito sobre o assunto! Todas as zonas erógenas da criança quando são tocadas, mesmo com um gesto de carinho por parte dos pais, seja: beijando, beliscando, dando tapinhas... faz com que as crianças acreditem que podem fazer com outras pessoas e permitirem que outras pessoas também façam com elas.



A inocência infantil deve ser preservada ao máximo! Deixando tudo ao seu tempo!

A televisão também contribui e muito para esse despertar na criança. É preciso que a orientemos, mostrando que tudo tem seu tempo, o que é certo ou errado. 

E principalmente entender que a educação de nossos filhos deve ser uma constante. As crianças ficam confusas quando ao serem crianças são estimuladas a terem "namoradinhos", mas quando vão chegando à adolescência não são permitidas. 

Lembre-se aquilo que queremos que eles tenham como base, como direção, deve ser ensinado desde pequeno.

Para assim, nossas crianças crescerem saudáveis emocionalmente!

Se ficou alguma dúvida, comenta aqui embaixo que terei o maior prazer em responder. Se não souber, prometo pesquisar e assim, a gente aprende junto.

27 abril 2016

TOP 5 - Livros sobre Educação de Filhos

Não preciso dizer o quanto é importante uma boa leitura. Existem vários livros sobre educação de filhos.

Quando estamos grávidas ficamos perdidas com tantos livros, sites e não sabemos quais são os melhores.

Hoje trago os 5 livros sobre educação/criação de filhos que li e que são boas recomendações.


1- O que esperar quando você está esperando - R$49,00 - Esse livro é um clássico! É um ótimo livro para as grávidas. Ele tem o formato de perguntas e respostas. 

Tem sobre TUDO o que precisa saber durante a gestação. Tem um filme baseado nesse livro  com esse mesmo nome. É um filme muito engraçado porque mostra as diferenças entre as grávidas, família... Inclusive, Rodrigo Santoro participa dele.


2- Nana Nenê - R$25,80 - Esse livro é ótimo para quem quer seguir uma rotina e com ela fazer com que os bebês durmam a noite toda. Li nas duas gravidez. É um livro polêmico para as que adotam o método da livre demanda. 

Eu achei que não é aplicável 100%, porém ajuda a pensarmos e planejarmos como queremos educar o bebê desde o nascimento. Seja em relação ao sono, mamadas e o tempo que fica acordado. Mas me ajudou bastante. Minhas duas filhas dormiram a noite toda no primeiro mês. 

* A capa que coloquei acima é a que tenho. Na nova edição à venda, tem outra capa.



3- Criando meninas/ meninos - R$40,30 -  Esse é um ótimo livro para presentear uma amiga quando ela descobre o sexo do bebê e para quem gosta de entender o desenvolvimento infantil. Esse livro mostra a diferença dos meninos e meninas desde o nascimento. De uma concepção médica, psicológica e materna também.


4- Pais brilhantes, professores fascinantes - R29,90 - Li esse livro no primeiro ano de faculdade e me encantei com o autor. Abordagem direta e simples e incentivadora, tanto para pais como professores. Agora relembrando ele, quero lê-lo de novo. Quando li não era mãe ainda. Acho que vou ter outra percepção.

Mostra que atualmente as pessoas se sentem solitárias. Pais escondem seus sentimentos dos filhos, filhos dos pais e professores se ocultam atrás do giz. Com isso, traz dicas de como podemos formar jovens felizes e inteligentes.



5- Quem ama, educa! - R$27,00 - Outro livro que li durante a faculdade que me ajudou muito como professora, mas também como mãe hoje em dia. 

O autor tem o objetivo de mostrar que a educação dos filhos é responsabilidade da família e não da escola. O livro ajuda os pais nessa empreitada reforçando a importância de valores e atitudes como limites e diálogo. 

Tem um capitulo que fala muito sobre a autonomia e como devemos dar aos nossos filhos condições mínimas de viver sozinhos.

E você? Qual livro pode nos indicar? Coloca nos comentários!

Se ficou alguma dúvida, comenta aqui embaixo que terei o maior prazer em responder. Se não souber, prometo pesquisar e assim, a gente aprende junto.

*Todos os livros pesquisei os valores no site da livraria Saraiva no dia do post.

25 abril 2016

Qual tempo você tem para você depois que virou mãe?

Sim! O título ficou grande, mas queria que mesmo que você não lesse post, o título em si te fizesse pensar um pouco.

Depois que os filhos nasceram, quanto tempo você tem para você?

É engraçado como algumas pessoas falam com orgulho que são integralmente mãe; que 24 horas do seu dia é dedicado a maternidade.

Fico pensando: será que faz bem para nós? Será que faz bem para nossos filhos? 

Será que pensar um pouco em nós mesmos é egoísmo? 

Deixa te falar uma coisa. Tudo o que é demais é ruim. Inclusive ser mãe. Não estou dizendo para você "largar" seu filho com alguém todos os dias para fazer algo pensando só em você.

Mas que tal reservar um momento do dia para você mesma. Para fazer algo que goste, que tenha prazer. Pode ser um exercício físico, um momento de leitura, uma ida no salão de beleza, interagir nas redes sociais, escrever  ou até mesmo um momento de cochilo.

Imagem tirada do Pinterest

Quando você passar a tirar um momento para você, perceberá que isso te fará mais feliz e em consequência quando estamos mais felizes fazemos as pessoas a nossa volta mais felizes. Assim, seu filho te verá como uma pessoa mais leve, feliz e sentirá assim também.

Tente se programar! Tire um tempinho do dia para você e por que não combinar com o marido de uma vez no mês sair com as amigas para conversar ou algo que te faça relaxar e te faz lembrar que você não é somente uma mãe?

Seja feliz! Como mãe, como pessoa, como mulher!

Você reserva um tempo para você? O que faz? Deixe sua dica nos comentários!

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22 abril 2016

Como ajudar seu filho com o dever de casa

Toda mãe já sabe! Começa os deveres de casa, tarefa dobradas para nós. Mas, até que ponto devemos ajudar/interferir nas atividades de casa? Como devemos ajudar? Devemos corrigir os erros?

Hoje quero falar um pouco como Pedagoga, porém também como faço em casa, como mãe.

1- Demonstre alegria! - A nossa interação, o que falamos, interfere diretamente na relação do nosso filho com o estudo. Se tratamos como algo ruim, apressamos ou até deixamos que faça num lugar sozinho... a criança pode relacionar como algo ruim ou como algo isolador, solitário. 

Separe um tempo, um lugar e demonstre alegria nesse momento. Enfatize os aspectos positivos. Seja, um desenho, um colorido, a letra... o elogio nesse momento é muito importante.

2- Dê liberdade! - Leia o enunciado, verifique se entendeu o que deve ser feito e dê espaço para que ele faça sem sentir-se pressionado. Mas fique acessível para que a criança perceba que se houver dúvida pode recorrer a você. Ah! Quando ler o que tem que ser feito, não induza a resposta. Deixe-o pensar!

3- Deixe errar! - Se você perceber algum erro, não aponte. Pergunte se está tudo certo. Peça que reveja... se mesmo assim não perceber o erro, deixe. É importante para a professora ver o que seu filho precisa melhorar. É papel dela e não seu! Não cobre ou exija demais. Cada criança tem um ritmo. E exigência demais pode deixá-lo frustrado.



A Míriam, minha filha mais velha está no primeiro ano. Por enquanto as atividades tem sido pequenas (apenas uma ou duas folhas) e ela faz com tranquilidade. 

Como está na fase de alfabetização, quando escreve algo errado, pergunto se há algum erro. Caso não perceba, até digo como se escreve corretamente, mas não deixo apagar para assim, a professora verificar as dificuldades ortográficas dela. 

Ela está naquela fase de preguiça de colorir e finalizar as atividades com capricho. Pode parecer algo sem importância, mas incentivo a caprichar nisso também. Isso influencia no que fará futuramente: ter paciência ao finalizar as atividades, a concentração e a ter cuidado com as tarefas que lhe são expostas.

Como são esses momentos de atividades de casa? Conta aí!!!

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20 abril 2016

5 sites para acompanhar na gravidez!

Quando engravidamos surgem muitas dúvidas! Quanto ao que sentimos, o desenvolvimento do bebê, o que acontece a cada semana...

Para ajudar nesse período, tanto na primeira como na segunda gravidez, ficava de olho em sites que acompanham, dão dicas e informações sobre a gravidez.



Quero mostrar para vocês alguns que gostei muito.

1- Guia do bebê - Site da UOL. Nele você pode se cadastrar e receber a cada semana informações e dicas direto para o seu email. Lá você também encontra calculadora para saber mais ou menos o nascimento do bebê e também outra para calcular ganho de peso. Tem também vários artigos interessantes não só para serem lidos durante a gravidez, como pós gravidez e relacionados durante o crescimento da criança.

2- BabyCenter - Meu preferido! Parece que lê a mente da gente. Sempre tem a resposta para o que precisamos. Também pode ser feito o cadastro e receber informações pelo seu email. Há reportagens que falam sobre o desenvolvimento da criança até a primeira infância. O site divide em vários grupos: gravidez antes dos 20, gravidez depois dos 35, primeira gravidez, parto normal....

3- Pampers - Site da marca. Fácil de navegar. Traz dicas sobre gravidez, chá de bebê, alguns artigos e ainda tira dúvidas sobre os produtos da marca.

4- Bolsa de Mulher - Esse é um site completo. Trata de tudo o que a mulher precisa em todos os aspectos. Na parte da gravidez é bem completo também. Mostra desde o planejamento até crianças de 6 anos.

5- Mãe me quer - Além de artigos, mostra a gravidez por semana, mês, trimestre e o que acontece dentro do ventre. É um site muito fofo. Também fala sobre a vida com o bebê pós nascimento e seu desenvolvimento.

Espero que ajude as gravidinhas. E você? Conhece algum outro? Conta para gente!

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18 abril 2016

Desabafos: Cuidar do bebê ou trabalhar fora? O que fazer?

O tempo passa, o tempo muda.... 

Um tempo atrás se você tivesse filho e fosse trabalhar fora, era criticada.

Hoje com a necessidade de aumentar o orçamento, se você fica com o bebê em casa também é criticada.

Aliás, acho que quando a gente vira mãe, viramos alvos também de críticas. É incrível como sempre tem alguém para criticar, "opinar" nossa postura como mãe.

Quando estava grávida, comentei com uma pessoa que no primeiro ano da bebê não trabalharia fora de casa. A pessoa me perguntou: "Ué? Vai viver às custas do seu marido?"

Fiquei intrigada com essa pergunta. Como assim? Quando estamos casadas vivemos em família. Penso eu que o que é de um é de outro. Senão seríamos colegas que dividem a casa. Não um casal! Entendem?



Mas isso martelou na minha cabeça durante um bom tempo. Por que você se dedicar a maternidade é errado e incomoda os outros?

Sinceramente não sou o tipo caseira, que gosta de dedicar-se a casa. Gosto de trabalhar fora, ver gente, conhecer pessoas novas... mas se uma mulher gosta e pode dedicar-se exclusivamente da casa, filhos e marido.... qual o problema?

A vida são feitas de escolhas. Podemos fazer escolhas erradas, mas claro, querendo acertar. Por isso te digo, faça não baseada no que vão pensar de você. Faça o que acredita que é o melhor para você e sua família. Porque assim, com o passar dos anos não venha o arrependimento!

Viva cada momento! Aproveita o tempo que seus filhos são pequenos. O tempo voa! Depois você terá tempo para curtir, trabalhar... são fases! E acredite: pode ser cansativo hoje, mas sei que sentirá falta.


15 abril 2016

Regrinhas para visitar um recém nascido

É normal sentirmos ansiedade em conhecer o bebê de uma amiga ou parente que acompanhamos com tanto carinho a gestação. Porém, não importa se é o primeiro filho ou não, é preciso ter alguns cuidados para acabar não sendo inconveniente.



1- Onde visitar? - Algumas mulheres preferem visitas ainda na maternidade por ter a sua volta pessoas que a ajudem e também por não precisar se preocupar com a organização da casa. Outras preferem as visitas em casa, assim que chegam da maternidade, pois o bebê ainda não fica muito tempo acordado e acham mais fácil dar atenção às visitas. E ainda, as que preferem em casa, mas após um tempinho para conhecer melhor o bebê e passar os primeiros dias que são mais complicados. Então, o que fazer? Simples! Ligue e pergunte. Fazer a vontade da mãe, sem questionar, é o melhor caminho.

2- Após marcar a visita - Se estiver doente, gripado, com alergia... qualquer sintoma de doença: cancele a visita. Pode parecer exagero, mas bebês recém nascidos tem a imunidade baixa e não pode estar sujeitos às doenças. E por incrível que pareça, já vi muita história de bebês doentes por causa de visitas. Quando for visitar, não fume e não passe perfume.

3- Durante a visita - Assim que chegar lave as mãos ou use álcool em gel. Mesmo tendo higienizado as mãos, não pegue nas mãos do bebê e não beije.Tire fotos ou pegue o bebê se os pais autorizarem. Caso permitam tirar fotos, pergunte se pode postar nas redes sociais (tem pais que não gostam). Guarde os palpites para você (a não ser que peçam sua opinião). Faça visita rápida e se ver alguma bagunça, louça para lavar... não custa ajudar. 

Se sua amiga parecer desatenta, falar pouco... lembre-se que ela está vivendo um tempo diferente: não come direito, não dorme, está sempre pensando no bem estar do bebê... Seja paciente! Logo, tudo volta ao normal!

E você? Tem alguma outra dica para nos dar? Escreva nos comentários!

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13 abril 2016

O que toda professora queria que os pais soubessem

Muitas vezes quando vou à escola da minha filha, principalmente em reunião de pais, tenho que me lembrar que estou ali como mãe.

Com experiência em sala de aula, a gente compreende mais a professora da nossa criança e até fica com pena de algumas observações inviáveis de alguns pais.

Sabendo como a dinâmica de sala de aula funciona, sempre compreendo melhor as professoras da minha filha e faço com elas o que queria que os pais dos meus alunos fizessem comigo.



Tem alguns pontos básicos que os pais podem pensar ser bobeira, mas que se ensinassem aos filhos ajudariam e muito o filho na escola.

1- Tênis com cardaço - Chega a ser engraçado, mas enquanto minha filha não aprendeu a amarrar os cardaços do tênis, ia a escola com tênis com velcro. Quem não leciona não imagina o quanto temos que parar a aula, a atenção para as crianças por causa dos cardaços. Sem contar nas crianças que desamarram de propósito para que a professora também amarre os dele como fez com o outro colega.
Por isso, ensine seu filho a amarrar. Se for muito pequeno ainda para tal habilidade, compre tênis com velcros. Aliás, são bem mais práticos também quando precisam tirar para alguma atividade ou soneca...

2- Você vai, mas volta - Sempre procurei buscar minha filha pontualmente. Isso fazia com que ela se sentisse mais segura na escola. Ela sabia que quando começasse a aparecer os pais, eu ia aparecer rapidinho. Quantas vezes vi alunos meus, inseguros, porque os pais atrasavam muito e até ouvi de uma mãe:"Esqueci completamente de buscar-lo". Se acontecer algum imprevisto, ligue para a escola e peça que explique a seu filho. Ele irá ficar mais tranquilo e sentirá seguro.

3- O que falamos a criança copia - Eu acho que sou a pessoa que mais diz "UAI" em Minas Gerais. E olha que nem sou mineira. A minha filha agora sempre diz: "Uai, mãe!". Mas o que vale dizer aqui é que se não quer passar vergonha com seu filho falando palavrões na escola, não fale perto dele.

4- Seja solidário - Não adianta falar com uma criança que tem que emprestar os brinquedos, se você não ensina o ato de doar em casa. A criança que tem coração solidário entende melhor o quanto é bom brincar em grupo, dividindo os brinquedos. Por outro lado, não adianta ensinar a dividir os brinquedos e proibi-lo de emprestar algum material escolar. Para a criança isso é incoerência! Se ele precisa compartilhar na brincadeira, é natural compartilhar em qualquer outro momento.

5- Criança aprende se sujando - Sei que isso é propaganda de sabão em pó, mas é a mais pura verdade. Deixe seu filho usar lápis, tinta, massinha e pinceis em casa. Separe um tempo e um lugar. Isso o ajuda a sentir mais confiante e fazer esse tipo de atividade em sala de aula também. Não saberia enumerar quantos alunos que tive com medo de molhar as mãos na tinta ou que ficasse apavorado se respingasse em seu corpo. Brinco sempre com minha filha: "Você tem que chegar limpa na escola, mas depois que está lá tem que aproveitar. Não tem problema se sujar". E é claro, ela leva esse conselho a risca... 

Como disse são alguns pontos pequenos que se você fizer irá ajudar não só a escola, a professora, mas seu filho também.

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11 abril 2016

Qual a marca queremos deixar nos nossos filhos?

Outro dia estava pensando sobre o que quero que minhas filhas se lembrem da infância quando forem adultas.

Será que as lembranças serão boas? O que irá contribuir para serem adultas mais plenas e bem sucedidas? Qual marcas deixarei na vida delas?

Parei para pensar quais marcas meus pais me deixaram e que me trouxe conforto, me tornou mais forte e me tornou uma pessoa feliz.

Imagem Pinterest


Trouxe hoje aqui, alguns pontos que lembrei e que quero deixar em minhas filhas.

1- Cada filho é único - Um dos momentos que mais lembro da infância são os mais simples, os que me faziam me sentir única. Me fazia sentir que amavam todos os filhos da mesma forma.

2- Tempo Juntos - Os melhores momentos são aqueles que meus pais deixavam seus afazeres por um instante para se dedicar a mim e meus irmãos. Minha mãe, pela manhã, deixava de lado seus afazeres domésticos para ensinar um pouco sobre Deus. Era um momento divertido! Ela contava histórias, cantava, dançava... nós amávamos! Meu pai, por sua vez, mesmo chegando do trabalho cansado, sempre separava um tempo para nós. E o melhor era a refeição da noite! Com todos nós juntos! Meus pais sempre dizem: "Família que come unida, permanece unida!". 

3- Vivendo sob pressão - Meus pais nunca compartilhavam problemas conosco quando éramos crianças. Lembro que quando tinha 6 anos meu pai foi mandando embora de onde trabalhava. Não percebíamos que meus pais estavam tristes e preocupados com isso. Eu achava o máximo meu pai em casa durante o dia até ele começar em outro trabalho. Eles não demostravam as aflições do dia-a-dia, fazendo com que tivéssemos uma linda infância.

4- Pontualidade - Meu pai sempre ensinou que temos que ser pontuais. Honrar com nossos compromissos. Sempre dizia:"Mineiro não anda atrasado!". Sou chata com horário. Morro de vergonha se chego um minuto atrasado. E agora sempre digo: "Sou filha de mineiro. Não chego atrasada".

Esses são alguns pontos, mas lembrei de tanta coisa boa da infância... Espero marcar assim também minhas filhas. Que elas se lembrem com alegria da infância que tiveram.

E você? Que marca quer deixar nos seus filhos?

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08 abril 2016

10 Ideias de Convites Artesanais para Chá de bebê e Chá de fraldas

Hoje em dia com tanta tecnologia e falta de tempo, convites tem sido apenas feitos em computador. É verdade que é mais rápido e prático, mas por outro lado convites artesanais ficam lindos, personalizados e servem como lembrança para amigos e família.

Trouxe para vocês algumas ideias simples, porém bonitas. E não saem caro! Apenas ter um pouco de tempo mesmo para fazer. Se você estiver grávida, chama as vovós, cunhadas, tias e peça ajuda. Vai ser também um ótimo momento juntas!

1- Touca - Essa touquinha é linda e super fácil. Com papel texturizado, aplique de renda e flor.

2- Coroa de Princesa - Esse pode ser feito em qualquer cor. A dificuldade é que a borda inferior é feito com furador, mas você pode fazer uma borda mais simples.

3- Ursinho - Feito com colagens de papel e fita. O charme fica com o balão 3D também fácil de fazer. É só fazer dois círculos coloridos. O primeiro cola no cartão normalmente, o segundo você dobra no meio e cola só esse meio. Tem uma outra forma de fazer para ficar um balão contínuo, mas essa forma que descrevi é a mais fácil.

4- Cartão com fita - Esse fica delicado e é o mair fácil para fazer. Com papel texturizado e fita envolvendo.

5- Carrinho - Pode ser feito com tecido ou papel e botões.

6- Fralda - Esse fica muito fofo, né? O segredo é um papel delicado para fazer a dobradura.

7- Passarinho - Esse é um pouco mais trabalhosos, mas é fácil. Montagem de papeis.

8- Gaiola - Esse é o mais trabalhoso. Mas é lindo e um dos mais delicados! Tem que ter paciência para cortar a gaiola.

9- Body com saia - Também super fácil de fazer. Corta o papel no formato de body e cola tule formando uma saia e enfeita.

10- Vestido - Também com montagem de papeis texturizados. Super simples de fazer.


Se não quiser fazer os convites, pode ser feito como lembranças ou até mesmo para dar para quem vencer as brincadeiras na hora do chá.

Quer ideias de brincadeiras para o chá de bebê? Escreva aqui nos comentários que tenho muitas dicas!


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06 abril 2016

Eu fui: Minha experiência no Cinema para Mamães!

Não sei se vocês sabem, mas em várias cidades do país tem um projeto de cinema para mamães com bebês de 0 a 18 meses.

O intuito é levar as mamães ao cinema para um momento de diversão e descontração! As salas são preparadas para receber as mães com os bebês nessa faixa etária, com ar condicionado no mínimo, sala higienizada, tapetes com brinquedos, trocadores, espaço para carrinhos dos bebês e iluminação necessária para que possamos aproveitar o filme e ao mesmo tempo dar atenção aos bebês!

Pode levar papais, vovó ou criança maior, porém o alvo maior são as mamães com bebês que precisam tanto de um momento de relaxamento, socialização e diversão!

Essa semana tivemos uma primeira sessão aqui em minha cidade promovido pelo site Panelinha de Mães. 

Fiquei super empolgada quando vi que teria essa oportunidade de ir ao cinema com minha bebê. Primeiro porque amo cinema e segundo, como estou esse ano me dedicando exclusivamente a maternidade, estar sempre em casa tem me deixado um pouco sufocada. Mas... tudo normal para quem está sempre acostumada a trabalhar, sentir-se produtiva. O trabalho de casa nunca é valorizado e considerado produtivo como trabalhar fora (mas isso a gente deixa para conversar melhor em outro post).

No início fiquei preocupada: Será que a Cecília vai ficar bem? Vou conseguir assistir o filme? E se ela chorar? E com isso tive dúvidas de ir várias vezes. Depois considerei que todas as mães que estariam lá poderiam enfrentar esses mesmos problemas e resolvi ir. Minha mãe foi comigo, o que deixou essa experiência ainda mais feliz!

A sala realmente foi adaptada pensando no conforto das mamães e seus bebês. Tinha tapetes, almofadas e brinquedos, espaço para a criança brincar, o ar estava agradável... na minha opinião o som poderia ainda ser um pouco mais baixo e não tinha iluminação alguma como falaram que teria.

Mesmo com esses pontos que acredito que poderia melhorar, fiquei muito satisfeita!

Foto site Panelinha de Mães

Chegando na sala, a Cecília ficou olhando um pouco para a tela sem entender nada. De repente começou a querer chorar, pois já era hora dela dormir. Então, a amamentei e ela acabou pegando no sono. Acordou no final do filme! Brincou um pouco, olhou um pouco para a tela e resolvi amamenta-la mais um pouco porque saindo de lá teria que ir direto pegar a minha filha mais velha na escola. 

Acabou o filme deu aquele alívio! Alívio de ter saído um pouco de casa com a bebê; alívio dela ter ficado bem e confortável; alívio de ter ido no cinema.

Foi uma ótima experiência! Terça que vem terá outra sessão e pretendo ir novamente! Se você é de Juiz de Fora e se interessou, clica nesse link para ter mais informações (https://www.facebook.com/panelinhademaes/?fref=ts)





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04 abril 2016

A música no desenvolvimento do bebê

A música tem uma grande influência na nossa vida. Já pensou nisso? Sempre temos uma música que nos faz lembrar algum momento bom ou ruim da vida, uma música que nos faz lembrar uma pessoa, uma música que nos anima, que nos entristece... e não poderia ser diferente com os bebês.
A música exerce uma influência muito grande no seu desenvolvimento, ajudando a desenvolver a concentração, socialização e disciplina. Sem contar na comunicação, criatividade, coordenação e a memória.
Imagem; Pinterest

A partir do terceiro mês o bebê consegue associar a música com algo que tenha aprendido. Por exemplo, sempre que vou dar banho na minha bebê canto uma determinada música. Com o tempo ela entende que quando canto essa música, é hora do banho. Faço isso para dormir, comer... Além da memória e o desenvolvimento da criança, ajuda também a saber o que vai acontecer com ela a seguir e faz com que tenha um momento mais tranquilo e prazeroso.
Uma outra dica muito importante é colocar músicas clássicas para os bebês, principalmente quando forem dormir (pode ser bem baixinho). Música clássica ativa os caminhos neurais responsáveis por muitas habilidades intelectuais. Habilidades criativas, linguística e emocional.
Escute, cante, dance com o seu filho. Faça-o dançar, repetir movimentos. Perceba quais ele gosta mais e estimule.
Você canta para seu filho? Deixe sugestão de músicas nos comentários.
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01 abril 2016

As mentiras que contamos para nossos filhos!

"Bebe o remédio. É gostoso!" "Fica tranquilo! Não vai doer!" "Não chora! Não foi nada!"

Quantas "mentirinhas" contamos às crianças? Quantas vezes já ouvimos: "Pára de fazer careta que passa um vento e você fica assim". Essa última eu acreditava e morria de medo!

As vezes essas "mentirinhas" vem veladas numa negociação ou melhor dizendo, chantagem mesmo. "Se não for bom menino não ganha presente do Papai Noel". "Se não obedecer o homem do saco vem te pegar".... e por aí vai.

Infelizmente essas "ingênuas" mentirinhas não trazem o efeito que queremos. Podemos achar que estamos educando dessa forma, mas uma criança não consegue aprender assim.



Tais mentiras fazem com que a criança se sinta intimidada, com medo e isso não a faz aprender.

Antes de qualquer coisa respire fundo, conte até 10 ou mais. A primeira regra para educar é a paciência e o amor.

É preciso calma e orienta-la com afeto, proteção e carinho por maior rebeldia que demonstra naquele momento.

As vezes não é fácil! Mas quem disse que seria?

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