22 fevereiro 2017

Atividades com crianças de 2 anos

As vezes muitas pessoas ficam perdidas com atividades que podem fazer com as crianças em diferentes etapas da vida.

Alguns ficam praticamente nas mesmas atividades ou tentam algo que ainda não são próprios para a idade e assim, a criança não demonstra interesse.

Essa idade é ótimo para explorar não só várias atividades, mas materiais diferentes também.



Desenho: A criança ama ver seus "desenhos" aparecendo num papel em branco. Ofereça lápis, giz de cera, guache, esponja para "carimbar" com tinta... 

Encaixe: Tem vários brinquedos de encaixe, mas pode usar objetos de casa mesmo. Colocar um bolinha ou brinquedo dentro de um pote, fechar e abrir potes, jogar bola dentro de uma caixa.

Manuseio de materiais: massinhas, argilas... materiais que possam manusear, amassar, rasgar...

Conversas: Amplie seu vocabulário, conversando bastante com a criança.

Cores: Em tudo que brincar ou mostrar às crianças, apresente as cores. Começa pelas cores primárias.

Música: Gestos, cantigas que estimule partes do corpo.

Histórias: Conte histórias curtas. Crianças nessa idade amam e provavelmente irá pedir sempre a mesma.


Lembre-se que a criança precisa explorar ao máximo atividades e brincadeiras que ajudem na coordenação motora, conhecimento de cores, limite de espaço. Não é hora ou momento para letras e números... É óbvio que se ensinar a criança aprende, mas agora não é momento para isso.

Espero que tenha trago boas dicas! 

Se ficou alguma dúvida, comenta aqui embaixo que terei o maior prazer em responder. Se não souber, prometo pesquisar e assim, a gente aprende junto








15 fevereiro 2017

O que fiz para minhas filhas dormirem a noite toda!

Muitas mães reclamam o cansaço que tem por não dormirem direito de noite por causa dos seus bebês.

Graças a Deus aqui em casa, no primeiro mês, as minhas duas filhas já dormiam a noite toda.

Uma grande ajuda que tive foi ler o livro "Nana Nenê", dos autores Gary Ezzo e Robert Buckman.

Com o livro percebi que a amamentação está diretamente ligado à qualidade do sono do bebê. Até mesmo para que o bebê durma a noite toda.

Quanto mais termos uma rotina estabelecida durante o dia, mais rápido o bebê "entende" que a noite é para dormir (como diz a pediatra das minhas meninas).

De acordo com o livro nos primeiros dias de vida, o ideal é estabelecer a rotina de 3/3horas, com tempo de 15 a 20 minutos de cada lado. Quando o leite começa a fluir melhor, 15 minutos cada lado. 



O livro mostra que o bebê precisa de 3 atividades básicas: alimentação, hora de ficar acordado e hora de dormir.

Alimentação: amamentar de 3/3 horas. Mesmo que o bebê não acorde, devemos acordá-lo. Assim desenvolve o que precisa e acostuma a ser amamentado nas horas certas. 

Sei que algumas mães falam sobre amamentação em livre demanda. Que consiste em amamentar sempre que o bebê quiser.

Porém, precisamos entender duas coisas: mesmo estabelecendo horário certo das mamadas, óbvio que se percebia que a bebê queria mamar "fora do horário" eu a amamentava e o outro fator é que precisamos verificar se realmente o bebê quer ser amamentado. Muitas vezes não quer. Pode ser incomodo da posição que ficou por muito tempo, um carinho que quer receber... 

Hora de ficar acordado: É o momento após a mamada de interação com o bebê. Após colocar para arrotar, você a cada mamada pode fazer algo diferente: cantar, conversar, banho (tem pessoas que preferem antes da mamada), momento em família, ler uma história (bebês não entendem, mas amam a entonação da história). 

É um momento que não precisa durar muito tempo (5-10 minutos). Após esse momento coloca para dormir.

De acordo com o livro deveria estabelecer exatamente o que fazer em cada horário. Eu preferi não fazer assim. Penso que se acostumamos, por exemplo, o bebê a tomar banho num mesmo horário, depois se algum dia não conseguimos, ele acaba ficando enjoado.

Hora de dormir: Para dormir, colocava no berço ou Moisés ou carrinho (onde queria que tirasse o cochilo) e falava que agora era hora de dormir e descansar. Assim, acostumaram a dormir, sem que precisasse ninar ou algum outro ritual.

A Cecília acostuma muito com qualquer coisa que acontece de diferente. Um dia ela estava muito suada, estava um dia muito quente e ela não conseguia dormir. Resolvi dar um pouco de água para ver se ela acalmava para dormir e realmente resolveu. Porém, até hoje gosta de beber água ou leite para adormecer.

As mamadas delas eram as 6, 9, 12, 15, 18, 21 e 00 horas. A cada mamada fazia um momento diferente de ficar acordada, sendo que na última mamada não faz esse momento. Assim que mama, já coloca para dormir. 

De acordo com o livro, seguindo a rotina em 2 meses o bebê dorme a noite toda. As minhas filhas dormiram já no primeiro mês.

Conforme os meses iam passando, não acordava mais após a mamada das 21 horas. Com isso, aos poucos a última mamada foi ficando mais cedo. Até que com um ano dormiam as 20 horas.

Hoje a Cecília está com 1 ano e 4 meses. Dorme as 19:30h, acorda as 7 horas para mamar e em seguida dorme até as 8 horas. A Míriam tem 7 anos. Dorme as 21 horas e acorda também as 8 horas. O que acho ótimo! 

E vocês? Como fizeram para seu bebê dormir a noite toda?

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13 fevereiro 2017

Usar ou não usar chupeta?

Hoje muito se discute o uso ou não de chupeta. Umas mães contra e outras à favor. 

Das que são contra, já ouvi dizer que é coisa de mãe preguiçosa que não quer dar atenção à criança. Como também já ouvi de mães à favor que quem não oferece chupeta ao bebê é desumana. Ou seja, são muitas as opiniões e muitas justificativas. Por isso, quero hoje falar um pouco sobre motivos para usar e não usar. Assim, você decide o que é melhor.

Alguns motivos para usar: Para alguns especialistas pode proteger de morte súbita durante o sono; pode acalmar a criança não somente na hora do sono, mas também em momentos na qual precisa lidar com o "não"; evita que o bebê chupe o dedo; distrai o bebê em procedimentos médicos; previne desconforto auditivo em viagens com mudanças de altitude.

Alguns motivos para não usar: Pode aumentar a incidência de doenças auditiva e "sapinhos"; pode atrapalhar a amamentação quando recém-nascido; pode provocar patologias dentárias e má formação durante o crescimento dos dentes; pode atrapalhar o desenvolvimento da fala em crianças que usam após 2 anos.

Imagem: Pinterest

MINHA opinião:

* Não ofereça a chupeta antes de que o bebê esteja amamentando bem, com boa "pega" da mama e tenha estabelecido uma rotina de mamadas. - Ofereci (somente para tirar foto) à minha primeira filha assim que saímos do hospital. Ela amou e no mesmo instante quis substituir as mamadas pela chupeta. Ela não queria de forma alguma "pegar o seio", mas aceitava a chupeta. Tive que fazer ficá-la sem a chupeta e forçá-la a amamentar novamente.

* A chupeta traz conforto em procedimentos médicos - A Míriam nasceu com pé torto congênito. Com isso, com 6 dias teve que colocar gesso nas pernas e toda semana tinha que passar pelo procedimento de forçar os pés dela para a posição normal e recolocar outro gesso. O próprio ortopedista pediátrico aconselhou que déssemos chupeta. Porque mesmo que conversássemos e demonstrássemos amor, a chupeta também exercia o papel de acalentá-la.

* Retirada da chupeta - Quando minha filha completou dois anos e entendia melhor, conversamos com ela e dissemos que estava grande e por isso a chupeta só deveria ser usada para dormir. Esse é o primeiro passo. Depois comprei duas chupetas iguais, mas escondi uma. Disse que agora teria apenas uma chupeta. Se aquela estragasse, não iria comprar outra porque ela já não era mais bebê (a segunda guardei para alguma eventualidade). 

Um dia, ela não sabia onde tinha colocado a chupeta e a incentivei a dormir sem. Se tivesse o sono agitado ou não conseguisse dormir, tinha a de reserva, mas para minha surpresa, dormiu tranquilamente. No dia seguinte, conversei com ela explicando que não precisava mais de chupeta, que tinha conseguido dormir sem, que já era grandinha... aquele "papo de mãe"... e assim, ela não usou mais. 

Como parou, pedi que escolhesse um presente para comemorar. Pensei que escolheria um brinquedo, mas pediu um sapato de oncinha! Minha mãe também deu um presente e era nítido o orgulho que ela sentia dela mesma.

Existe livros que ajudam a retirada da chupeta. São bons suportes para isso!

Espero ter ajudado! Dê sua opinião por aqui nos comentários!

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10 fevereiro 2017

Introdução Alimentar: Como foi por aqui!

A Introdução Alimentar é um passo muito importante na vida dos bebês. A passagem para os alimentos sólidos e salgados.

Aqui em casa tive duas experiências totalmente diferentes e quero compartilhar com vocês.

Em primeiro lugar, sei que hoje está na "moda" a introdução alimentar BLW que consiste em entregar um prato para criança com o alimento em pedacinhos e permitir que ela explore e coma sozinho. Além da criança explorar os alimentos os come separadamente sentindo o gosto de cada alimento oferecido.

Nas minhas duas filhas preferi fazer da forma "tradicional" porque me sentia mais segura e era a forma que a pediatra poderia me auxiliar no que precisasse.

Se você está disposta a fazer pelo método BLW, se informe, pesquise e principalmente, tenha o respaldo de um profissional. Porque não são todos os bebês que podem e conseguem iniciar a alimentação dessa forma.



Com as minhas duas filhas amamentei exclusivamente até seis meses. Iniciei com fruta e suco. A médica pediu que iniciasse (para a criança acostumar mais fácil) com banana amassada ou mamão, maçã ou pera raspado e após a fruta dava suco natural. Poderia ser laranja, maracujá ou acerola. (a pediatra não importava que desse uma colherzinha de chá de açúcar no suco se estivesse mais azedo).

Com as duas comecei pela banana e suco de laranja por serem mais docinhas naturalmente. Eu escolhia dar no lanche do dia ou da tarde. A Míriam aceitou mais fácil o suco (bebia bastante), já a Cecília aceitou mais fácil a fruta, por isso ficava satisfeita mais rápido e bebia pouco suco.

No mês seguinte, a médica liberou outras frutas que quisesse e começamos com o almoço. No almoço pedia que desse um tipo de verdura, três de legumes, feijão em dias alternados e uma carne (frango, músculo ou peixe) ou ovo (somente a clara). Poderia usar um pouco de sal. 

Para a primeira semana não fazia exatamente como ela indicava. Achava que era muitos tipos de alimentos para uma refeição. Então, conforme foram acostumando fui aumentando conforme a médica indicou.

Colocava sal apenas na água que cozinhava os legumes para não ficar muito. 

A Míriam demorou muito para acostumar. Talvez por ter nascido dente somente após de 1 ano, fazia vômito se oferecesse o alimento somente amassado. Por isso, comecei a bater no liquidificador para ficar uma papinha mais lisinha, como um creme e assim, ela conseguia comer e foi acostumando aos poucos. Beeeem aos poucos.

Com a Cecília foi super tranquilo. Amou comida nas primeiras garfadas! Foi tão tranquilo que antes de um ano, comia normalmente, sem precisar nem amassar muitos os alimentos e sem que eu precisasse fazer comida separada para ela.

Após introduzir o almoço, no mês seguinte iniciei o jantar. Com a Míriam meu leite diminuiu e a Míriam teve uma queda no peso. Por isso, a médica indicou dar leite em fórmula e na mesma hora a Míriam parou de amamentar por vontade própria.

Com a Cecília, foi diferente, continuou aumentando o peso de acordo com o esperado e só parei de amamentá-la com 1 ano e dois meses (como contei aqui).

Hoje, a Míriam com 7 anos e a Cecília com 1 ano e 4 meses, comem de tudo. Amam frutas (trocam por qualquer coisa) e comem tudo que ofereço. A Míriam começou a rejeitar quiabo (mas se tem no prato, a faço comer) e a Cecília tem aflição com verduras, mas de tempos em tempos ofereço.

Aliás, isso é uma última dica que posso dar. Mesmo que a criança rejeite algum alimento, ofereça as vezes. A Míriam não gostava muito de ovo e hoje, ela ama. As crianças mudam muito de paladar. 

Espero ter ajudado quem está passando ou vai passar por essa fase.

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08 fevereiro 2017

O que fazer com a birra?

Ontem em sala de aula uma aluna deu um chilique, fez birra porque queria ir embora descalça e eu disse que não poderia.

Lembrei na hora de várias mães que perguntam o que fazer na hora da birra e como acabar com ela.

Por mais que a menina gritasse e até me xingasse, a primeira coisa que fiz e é o melhor a fazer é manter a calma e entender que não é algo pessoal. É uma tentativa de que a gente ceda ao que ela quer e uma reação à sua frustração.

Se a gente cede à uma birra ou se desestabiliza, ela entende que sempre poderá ter essa atitude para conseguir o que quer.

Um outro ponto importante é entender o sentimento da criança naquele momento. Minha filha de 7 anos sempre fica irritada e chora sem motivo quando está cansada ou com sono. Quando percebo isso, a chamo e com calma, falo que é melhor ela descansar porque as pessoas não tem culpa do seu cansaço e por isso não ela não pode agir assim com as pessoas.

Entenda o por quê do seu filho agir daquela forma, para assim pensar em qual atitude tomar.

Imagem: Pinterest

A pior situação que podemos ver num filho é quando a criança se joga no chão gritando e chorando. Se for em casa, simplesmente deixe a criança sozinha e quando acalmar (porque irá acalmar rápido, assim que perceber que não tem ninguém dando atenção) você conversa com calma sobre a atitude dele.

Na rua, a questão é outra. Porque nos sentimos envergonhadas e até mesmo julgadas. Alguns especialistas dizem que o ideal é ignorar mesmo em lugares públicos, outros dizem que reagir contrário a raiva, dá resultado. Como oferecer um abraço!

Mas a principal questão que acredito é a consistência da educação desde bebê. Muitos acham que bebês não entendem e é um tremendo engano.

As minhas duas filhas quando fizeram 6 meses e começaram a querer mexer em tudo em casa (o que repete quando começaram a andar), ensinava que não poderia mexer e mostrava algo que poderiam mexer. Dizia sempre:"Esse não pode. É da mamãe! Esse é da ....... pode brincar".

É incrível como os bebês já entendem e atendem o que falamos. Hoje, a Cecília está com 1 ano e 4 meses. Continua na fase de querer mexer em tudo. Continuo fazendo da mesma forma. Quando está cansada, chora, insistindo... tento mostrar outra coisa e distrai-la e tenho tido bons resultados.

A Cecília as vezes atrapalha a Míriam a brincar. Quer sempre o brinquedo que a irmã está brincando. Sempre digo que aquele a Míriam está brincando e que ela pode brincar com outro. 

Algumas pessoas já me falaram que ficam com pena quando faço isso, mas ela tem que entender desde já a repartir e esperar a vez. Muitos querem ensinar quando (acreditam) que a criança entende melhor e assim, a criança se sente perdida. Por que antes podia fazer o que queria e agora não? Assim, os próprios pais acabam criando essa fase de birra.

Resumindo: calma, consistência e mantenha firme. Não importando a idade!

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06 fevereiro 2017

Por que amamentação é tão difícil?

Após amamentar por duas vezes sempre me pergunto por que ninguém avisa que o início da amamentação é tão difícil?

Lembro quando a Míriam nasceu, por ser primeira filha, as enfermeiras queriam ajudar. Mas era tanta falação, tanto faz assim, olha aqui, segura aqui... que me deixava mais estressada e nervosa.

Sempre falam que tem que ser um momento de tranquilidade, mas como com tantas regrinhas?



Mesmo sendo minha primeira filha e a insegurança batendo, resolvi tentar do meu jeito, fazer com que eu e a bebê nos entendêssemos. E deu certo! Porém, quando achei uma posição confortável para mim e para ela, a forma correta de "pega" que os médicos tanto falam, começou a machucar o bico do seio.

Pensava o que adiantava tanta preparação dos seios antes do nascimento se depois de qualquer forma ficamos feridas. Acredito que seja nessa fase que muitas desistem. Realmente não é fácil amamentar a cada 3 horas sentindo dor.

Depois de muita dor, insistência e pomada a dor passou, mas aí veio a quantidade interminável de leite. Eu tinha muito, muito leite! Usava aquelas conchas de silicone o tempo todo para o leite ficar depositado nela. Pensava em doar leite (falam que o banco de leite precisa tanto), mas ligava para o local de doação para ter alguma ajuda e orientação e nunca atendiam o telefone. Ficava triste em jogar tanto leite fora.

A Míriam amamentou até os 8 meses. Parou porque quis, ao começar a ter uma alimentação sólida completa. Não fiquei triste o senti falta. Sabia que tinha feito o melhor.

Com a Cecília, não tinha o auxílio das enfermeiras porque sabiam que era minha segunda filha. Mas passei também pelas dores e feridas. Parecia que ficou até pior do que na primeira vez. Repetia para ela que ela tinha que me valorizar muito porque estava com muita dor.

O mais difícil nessa fase com a segunda filha é conseguir parar e curtir esse momento. Com o segundo filho fica mais difícil. Você amamenta ensinando o dever de casa, contando histórias, arrumando casa, preparando almoço... se vira nos trinta! E não é fácil!

Com a Cecília não tinha tanto leite como na primeira vez, mas o suficiente para uma amamentação exclusiva. Amamentei até a Cecília ter 1 ano e 3 meses. Decidi parar porque ela, de repente, começou a querer ser amamentada o dia todo, o tempo todo e a pediatra disse que nessa idade não era bom porque assim, não se alimentaria direito.

Ela parou tranquilamente, começou a beber leite integral normal e também não senti falta como vejo algumas mães.

Mas com tudo que passamos ao amamentar, quando a Cecília nasceu vi o quanto o leite materno é potente e enriquecedor. A Cecília deu uma primeira sugada e depois não queria mais amamentar. Porém sua glicose começou a ficar baixa e pediram que eu a forçasse amamentar. Ela não queria de forma alguma. Comecei, então, pingar o leite na boca dela e incrivelmente somente com esses pingos a glicose dela normalizou.

Isso mostra que mesmo com toda dificuldade que passamos, tempo que "perdemos" amamentando, no final vale a pena!

E você? Como foi esse período?

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03 fevereiro 2017

A importância da Educação Infantil

Quando era pequena educação infantil era chamada de pré-escola. Como se fosse um espaço para a criança ficar enquanto não tinha idade para o ensino fundamental ou primário como era chamado.

A grande questão, que ainda é a forma de muitos pais pensarem, que o importante é aprender ler e escrever. Por isso, vejo muitos dizendo em colocar seu filho numa "escolinha" qualquer enquanto pequeno e quando for para o ensino fundamental, pensa numa boa escola.

Grande engano! Como falei no post sobre a escolha da primeira escola (clica aqui para ver), a Educação Infantil tem grande importância e reflete em toda a vida de uma pessoa. É nela que a criança aprender a socializar, respeitar o próximo, a enfrentar problemas, desenvolve sua inteligência emocional (como falei aqui) e por aí vai...



Você já deve ter ouvido falar que a criança aprende brincado. Por isso, na educação infantil com as brincadeiras a criança aprende a socializar e as habilidades necessárias para conhecimentos futuros, para a escrita, leitura, habilidades motoras...

Mas um fator que acho muito importante são os valores que a criança aprende. Na escola que a Cecília está estudando (falei sobre a adaptação no post anterior), numa primeira reunião para falar sobre a escola e e a sua Educação Infantil, a coordenadora falou sobre algo que acredito muito como mãe e educadora. 

Ela relatou que no ano passado um aluno do colégio passou em primeiro lugar em medicina, mas de nada adianta a escola formar grandes profissionais se este não souber tratar bem seus pacientes, não souber respeitar o próximo, não ter compaixão daqueles que precisam... e isso as crianças aprendem na fase que estão estudando na educação infantil. Daí, para mim, sua maior importância.

Você pode ensinar esses valores ao seu filho (pode e deve), mas na escola com crianças e adultos diferentes a sua volta (sem você por perto), ele conseguirá viver essa prática e internaliza-la, para assim usá-la para toda sua vida.

Espero não ter cansado vocês de tanto ler! Amo falar sobre essa fase da criança!

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